sexta-feira, 27 de julho de 2012

Brasil não é uma ilha aos efeitos da crise, diz Dilma

Brasil não é uma ilha aos efeitos da crise, diz Dilma Foto: Sergio Moraes/Reuters

Presidente, que está em Londres, disse ser impossível não sofrer os impactos, mas ressaltou que a economia do Brasil, mesmo sob dificuldades, registrou crescimento e segue com a mesma tendência nos próximos meses

27 de Julho de 2012 às 11:36
Danilo Macedo, de Londres
Agência Brasil – A presidenta Dilma Rousseff reconheceu hoje (27) que é impossível o Brasil não sofrer os impactos da crise econômica internacional, que afeta principalmente alguns países europeus, os Estados Unidos e o Japão. Mas ela ressaltou que a economia do Brasil, mesmo sob dificuldades, registrou crescimento e segue com a mesma tendência nos próximos meses. Dilma destacou que o Brasil elevou para a classe média o equivalente à população "de uma Argentina".
"O Brasil não é uma ilha. Todos os países do Brics [Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul] estão sendo afetados [pela crise econômica internacional]. A diferença entre o Brasil e o Reino Unido é que o Brasil tem um sistema diferenciado", destacou a presidenta antes do almoço com atletas brasileiros, no centro de treinamento no qual está a equipe olímpica.
Para Dilma, é fundamental ressaltar os avanços sociais conquistados pela população brasileira. "Elevamos para a classe média [o equivalente] a uma Argentina [que tem cerca de 41,2 milhões de habitantes], nos últimos anos", disse.
A presidenta reiterou ainda que o governo se esforça para garantir "o caminho da estabilidade com a inflação sob controle". Ontem (26), o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, no evento Global Investment Conference, também em Londres, disse que o país está preparado para enfrentar os desafios por meio de adaptações e esforços. De acordo com Tombini, a economia brasileira "está pronta" para crescer 4%, em bases anuais, no segundo semestre deste ano.
Dilma acrescentou também que os principais desafi

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